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Janeiro Roxo: Secretaria de Saúde reforça ações de combate e tratamento da hanseníase em Atílio Vivácqua
sexta-feira, 14 de janeiro de 2022

Durante este mês, a Prefeitura de Atílio Vivácqua, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), realiza a campanha “Janeiro Roxo”, que tem como objetivo educar e conscientizar a população sobre a hanseníase, seu diagnóstico precoce, a redução de agravos e o tratamento. A doença é causada por uma bactéria e os sintomas, geralmente, não são percebidos pelos pacientes.

Durante a campanha, haverá palestras nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), intensificação de buscas ativas, distribuição de panfletos e material informativo para a população. Ainda será aplicado o QSH (Questionário de Suspeição de Hanseníase) nas comunidades onde houve casos registrados há, pelo menos, cinco anos. Através desta pesquisa, serão identificadas pessoas com os sinais e sintomas da doença. Estas, se confirmadas, vão ser encaminhadas para o exame físico em unidades selecionadas.

Segundo a técnica do Programa Municipal de Controle da Hanseníase, Marcilene Rodrigues Cristo, o controle da doença ainda é desafiador. “Como não há uma vacina específica e os sintomas iniciais geralmente são discretos, eles, muitas vezes, são notados apenas quando a pessoa já apresenta uma perda sensitiva maior”, alertou. A doença é causada por uma bactéria, e a maioria das pessoas possui uma resistência natural às bactérias, o que a impede de adoecer.

“As pessoas que não possuem essa resistência apresentaram a evolução da doença no decorrer de até sete anos ou mais. Os primeiros sinais, em geral, são manchas em qualquer parte do corpo, de coloração avermelhada ou esbranquiçada, não coçam e não descamam. É possível haver a perda de pelos e diminuição do suor no local das lesões. Nos anos de 2016 a 2018, foram registradas seis pessoas em tratamento pela doença. E ressaltamos que todas foram curadas pelo Programa Municipal”, acrescentou.
                                                                                                       
A técnica alerta, ainda, que o diagnóstico tardio leva a lesões graves, com deformidades e incapacidades. “A hanseníase tem cura, e, se você já tratou ou teve algum parente próximo que tratou nos últimos três a cinco anos, procure a unidade de saúde de seu bairro para uma reavaliação”, finaliza ela.

A doença

A hanseníase é uma doença crônica, infectocontagiosa, cujos principais sintomas são: manchas na pele com diminuição ou alteração da sensibilidade térmica, dolorosa ou tátil, podendo causar comprometimento dos nervos periféricos, nas mãos, pés ou face, sensação de formigamento, fisgadas ou dormência e diminuição dos pelos e suor. Sem o tratamento adequado, a pessoa pode ter incapacidades físicas e deformidades.

Transmissão

O contágio da hanseníase se dá pelo contato com o bacilo Mycobacterium leprae, transmitido por convívio próximo e prolongado, de uma pessoa doente que não esteja em tratamento para outra, através das vias aéreas, por meio das gotículas eliminadas no ar pela tosse, pela fala e pelo espirro. 


 

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