Histórico Cultural

HISTÓRICO DA COLONIZAÇÃO, ETNIA, COSTUMES E TRADIÇÕES

Em 1843 Filipe José Leal (que viria a ser presidente da Província entre 1849 e 1851) estabelecia numa das regiões de Cachoeiro de Itapemirim a fazenda de Vila Nova, depois denominada São Felipe, que se transformou na sede do distrito de São Filipe, depois denominada Marapé e, finalmente, Atílio Vivacqua. Em 1850, algumas famílias vindas do Estado do Rio de Janeiro estabeleciam-se na região de Sumidouro.

O município foi criado pela Lei nº 1.916, de 30 de dezembro de 1963, sendo instalado em 10 de abril de 1964. (IPES)

A colonização de Atílio Vivacqua está vinculada à história de Cachoeiro de Itapemirim, do qual foi distrito até a década de 60. A versão mais divulgada aponta como desbravador de um núcleo que originaria o município o tenente coronel José Pinheiro de Souza Werneck, oficial da Ordem da Rosa e Cavalheiro de Valença (RJ).

Alguns registros informam que por volta de 1840, o fazendeiro chegou à região desbravando suas terras, a margem esquerda do Rio Muqui do Sul. Mais tarde trouxe a família, instalando-se na Fazenda Santa Tereza do Sumidouro.

Uma segunda versão aponta o início do povoado pela localidade de Vila Nova. O desbravador teria chegado à região por volta de 1836 “derrubando o mato e plantando as primeiras lavouras de café no lugar denominado “Vila Nova”.

Nessa região é grande a possibilidade de ter existido quilombos formados por escravos vindos de fazendas pertencentes ao município de Cachoeiro de Itapemirim. Principalmente a região que margeia a “Serra do Caramba”.

O surgimento do núcleo urbano, onde hoje é a sede do Município, se dá a Macário Júdice que chegou à região no final do século XIX. Entre 1902–1903 viabilizou a passagem por suas terras, da Estrada de Ferro Santo Eduardo ao Cachoeiro (Leopoldina Railaway Company Lpd.), o que impulsionou o escoamento da produção das fazendas da região. O primeiro prefeito foi o Sr. Ricardo Barbieri.

 

Fonte:(revista Cine Club, p.22, ano I, número 04, outubro de 2013,).

 

DISTRITOS E PRINCIPAIS COMUNIDADES

O município não possui divisão distrital, apresentando 36 comunidades: Água Preta, Alto Santa Maria, Antas, Fura Olho, Independência, Milagres, Santa Cruz, Santa Maria, Santa Tereza, Santo Antônio, São José da BR, Linda Aurora, Alto São José, Amapá, Córrego da Fama, Deserto Feliz, Laginha, Linda Aurora, Reta, Santana, São Pedro, Três Tombos, Vila Nova, Bragança, Carretão, Flecheiras, Moitão do Norte, Moitão do Sul, Praça do Oriente, Roseira, Santa Bárbara, Santa Rosa, São Luis, Serrote e Vendinha.

 

Fonte: (revista Cine Club, p.22, ano I, número 04, outubro de 2013,).

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